A entidade revelou um estudo que aponta uma economia significativa, totalizando R$ 78 milhões por ano, que poderia ser gerada com a utilização de voluntários na Fórmula 1. Essa quantia corresponde ao custo que a Federação Internacional de Automobilismo teria se precisasse contratar funcionários remunerados para desempenhar as mesmas funções que os voluntários desempenham atualmente.
Além do montante relacionado aos voluntários, as federações nacionais também desempenham um papel crucial na captação e nos treinamentos desses colaboradores. Os custos estimados para esses processos somam cerca de R$ 65 milhões. Isso demonstra a importância da atuação voluntária para a manutenção da estrutura da F1, onde o trabalho não remunerado é essencial para a execução de diversas atividades.
A presença de voluntários na Fórmula 1 não só contribui com a economia, mas também valoriza a experiência dos participantes, que têm a chance de vivenciar de perto um dos esportes mais emocionantes do mundo. A interação com profissionais da indústria automotiva e a oportunidade de aprender diretamente no ambiente das competições são aspectos que enriquecem a formação desses voluntários.
Portanto, a utilização de voluntários se mostra uma estratégia eficaz não apenas do ponto de vista financeiro, mas também em termos de desenvolvimento social e profissional. Esse modelo pode ser um exemplo a ser seguido por outras entidades esportivas que buscam otimizar seus recursos e ampliar a participação da comunidade.
Fonte: ge