Samanda celebra reabertura do Mercado da Redinha e cobra funcionamento permanente do equipamento

A vereadora Samanda Alves visitou nesta terça-feira (23) o Mercado da Redinha, na Zona Norte de Natal, reaberto temporariamente nesta segunda (22) para funcionamento durante a alta temporada do turismo. A parlamentar celebrou a retomada das atividades, mas reforçou a cobrança para que o mercado funcione de forma permanente.

A reabertura é resultado de uma mobilização constante do mandato da vereadora ao longo de todo o ano, com cobranças públicas à Prefeitura e diálogo direto com trabalhadores e permissionários do mercado.

Com investimento de R$ 25 milhões, o Mercado da Redinha foi inaugurado em dezembro de 2024 com a proposta de concessão à iniciativa privada. No entanto, a licitação foi deserta, e o equipamento passou longos períodos fechado, mesmo estando pronto para funcionar. A aposta exclusiva na PPP acabou penalizando diretamente mais de 30 trabalhadores, que ficaram meses impedidos de exercer suas atividades.

“Quero dizer da minha alegria de tomar café hoje aqui no Mercado da Redinha, uma ginga com tapioca, um cafezinho bem passado. A gente viveu meses de tristeza, de denúncia, pedindo à gestão que reabrisse o mercado, porque não havia justificativa para os trabalhadores sobreviverem apenas com um auxílio de R$ 1.200. O mercado sempre funcionou com gestão municipal e permissionários, e foi nesse formato que sempre defendemos sua reabertura”, afirmou a vereadora.

Samanda destacou ainda que os trabalhadores não podem ser responsabilizados pelo fracasso da tentativa de concessão. “Eles não têm culpa de a PPP não ter dado certo. A Redinha, a Zona Norte e Natal merecem esse mercado funcionando, gerando renda, fortalecendo a cultura e o turismo”, completou.

A permissionária Ozeni Florêncio da Silva ressaltou a importância da mobilização política. “Foi um momento muito desafiador. A gente lutou com o apoio da vereadora Samanda Alves e do vereador Daniel Valença. O mercado está pronto e a gente só tem ele para sobreviver. O mercado é a economia do bairro”, disse.

Já a permissionária Josicarla Bezerra Alves comemorou a reabertura, mas fez um alerta. “Estamos muito felizes, porque são 32 famílias que precisam trabalhar. Nossa luta é poder trabalhar para nos sustentar. Agora a gente precisa bater o pé para não sair, para não fechar mais. Isso aqui está muito bonito, todo mundo gosta, e a população precisa dessa economia girando na Redinha”, afirmou.

Segundo a Prefeitura, o Mercado da Redinha funcionará de domingo a domingo, das 7h às 19h, até o dia 22 de fevereiro. De sexta a domingo, a partir das 16h, o espaço contará com ações educativas e culturais promovidas pelo Sesc.

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