A 12ª Mostra de Cinema de Gostoso divulgou nesta quarta-feira (5) sua programação completa, com destaque para “O Agente Secreto”, filme estrelado por Wagner Moura, que será exibido em uma sessão especial no dia 22 de novembro. Todas as exibições têm entrada gratuita. O evento acontece entre os dias 20 e 24 de novembro, na deslumbrante praia do Maceió, em São Miguel do Gostoso, a aproximadamente 90 quilômetros de Natal.
O festival é dividido entre uma Mostra Competitiva, que apresenta uma seleção de longas e curtas-metragens nacionais, e as Sessões Especiais. A experiência cinematográfica é única, com o evento realizado ao ar livre, na beira da praia, utilizando uma sala de cinema de alta tecnologia. O público poderá desfrutar dos filmes em 700 espreguiçadeiras, com projeção em 4K, som 7.1 e uma tela impressionante de 12m x 6,5m. Os filmes da Mostra Competitiva concorrem ao Prêmio do Público, por votação popular, e ao Prêmio da Crítica, concedido por jornalistas convidados, além de um prêmio de pós-produção oferecido pelas empresas DOT e Místika. A curadoria desta edição é composta por Carine Fiúza, Eugenio Puppo, Janaína Oliveira, Mariana Souza e Matheus Sundfeld.
Entre as Sessões Especiais, além de “O Agente Secreto” (ficção, PE, 2025, 160 min, 16 anos), dirigido por Kleber Mendonça Filho, que narra a história de um professor em Recife em 1977, há também “Cinema, Aspirinas e Urubus” (ficção, PE, 2005, 99 min, 14 anos), de Marcelo Gomes, que retrata o encontro inusitado entre um alemão e um brasileiro no sertão de 1942. O filme de encerramento é o documentário “Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui” (RJ, 2025, 90 min, livre), de Mini Kerti, uma homenagem à cantora e guardiã dos saberes amazônicos, Dona Onete.
A Mostra Competitiva abrange uma rica diversidade de produções, tanto em longas quanto em curtas-metragens, vindas de diferentes estados brasileiros e abordando uma variedade de temas. Entre os longas, destacam-se ficções como “A Natureza das Coisas Invisíveis” (DF) e documentários como “Buenosaires” (PE), sobre uma cidade brasileira com o mesmo nome da capital argentina, e “Aqui Não Entra Luz” (MG), que explora os rastros da escravidão na arquitetura. Os curtas-metragens também trazem narrativas potentes, como “Pupá” (RN), que celebra a autonomia de uma mulher no sertão potiguar, e “Laudelina e a Felicidade Guerreira” (RJ), que homenageia Laudelina de Campos Mello e sua luta pelos direitos das trabalhadoras domésticas.
Fonte: g1