A Meta, gigante da tecnologia, iniciou um processo legal contra indivíduos brasileiros acusados de utilizar deepfakes de personalidades famosas para veicular anúncios enganosos. A ação judicial visa combater a venda de produtos de saúde falsificados através dessas táticas de manipulação digital.
Os envolvidos são apontados pela big tech por criar e disseminar conteúdo fraudulento, explorando a imagem de figuras públicas para conferir credibilidade a ofertas de produtos de saúde que, na realidade, não possuem eficácia ou são ilícitos.
Além da comercialização dos produtos adulterados, o grupo também é acusado de ir além, oferecendo cursos com o objetivo de instruir outras pessoas sobre como replicar e aplicar as mesmas táticas de falsificação e criação de deepfakes para fins maliciosos.
Fonte: Folhapress