Gigantes da tecnologia como Meta e Alphabet estão no centro de um julgamento histórico, onde advogados buscam provar que o design de suas plataformas de redes sociais é deliberadamente viciante. A acusação central é que esse modelo de negócio explora a vulnerabilidade de jovens, causando-lhes doenças e problemas de saúde mental.
Neste processo crucial, a estratégia da equipe jurídica é demonstrar que as chamadas ‘big techs’ obtêm lucros substanciais ao criar mecanismos que incentivam o uso excessivo e compulsivo. A intenção é estabelecer um elo direto entre as práticas de design dessas empresas e o adoecimento de uma parcela significativa da população jovem.
Por outro lado, as companhias visadas, que incluem a Meta e a Alphabet, negam veementemente todas as acusações. Elas argumentam que seus produtos são desenvolvidos para conectar pessoas e oferecer valor, refutando a ideia de que intencionalmente criam designs prejudiciais ou que lucram diretamente com o vício de seus usuários mais jovens.
Fonte: Olhar Digital