A China tem demonstrado um avanço notável e estratégico no campo da inteligência artificial. Este progresso é uma peça central na sua estratégia tecnológica global.
Este impulso se deve, em grande parte, à disponibilidade de energia elétrica barata e em grande quantidade no país. A vasta oferta energética serve como um recurso fundamental para as operações intensivas em computação.
Essa condição favorável permite à China reduzir consideravelmente os custos associados ao treinamento de modelos e sistemas complexos de inteligência artificial, que demandam um alto consumo energético.
Como resultado direto dessa vantagem energética e econômica, a nação chinesa consegue solidificar sua posição e ganhar uma significativa dianteira sobre os Estados Unidos na competitiva corrida global pelo domínio da inteligência artificial.
Fonte: olhardigital