O Parlamento Europeu implementou uma medida para desativar os recursos de inteligência artificial nos telefones celulares de seus membros. A decisão foi tomada visando primordialmente a proteção de informações sensíveis e a integridade dos dados institucionais, reforçando a segurança contra potenciais ameaças externas e internas relacionadas ao uso de IA.
A principal justificativa apresentada pelo Parlamento para essa diretriz de segurança é a necessidade imperativa de salvaguardar segredos oficiais. A instituição manifestou preocupação com a possibilidade de que governos estrangeiros pudessem, de alguma forma, obter acesso indevido a dados confidenciais através da exploração de ferramentas de IA presentes nos dispositivos, o que poderia comprometer a confidencialidade das operações e discussões internas.
Além disso, a medida busca ativamente evitar que as plataformas de inteligência artificial utilizem dados internos e informações consideradas confidenciais para o treinamento de seus algoritmos. Essa precaução é fundamental para prevenir a exploração não autorizada de informações privilegiadas, garantindo que o controle e a soberania sobre os dados do Parlamento permaneçam estritamente dentro da própria instituição, sem serem utilizados por terceiros.
Fonte: Olhar Digital