O chefe da Polícia Federal (PF) fez uma declaração impactante ao se referir ao maior ataque cibernético já registrado na história do Brasil. Sua fala sublinhou a gravidade da situação, descrevendo como um crime digital de proporções gigantescas foi executado, revelando a sofisticação e a ousadia dos responsáveis por trás da ação.
Este evento crítico para a segurança digital do país ocorreu em 30 de junho. Naquela data, uma quantia extraordinária de R$ 813,79 milhões foi desviada, configurando não apenas um crime de grande monta financeira, mas também uma séria violação da integridade de sistemas financeiros nacionais.
Os fundos subtraídos tinham origem em contas que são mantidas junto ao Banco Central, o que adiciona uma camada de complexidade e preocupação à ocorrência. O método utilizado para o desvio envolveu uma infiltração bem-sucedida nos sistemas da C&M Software, uma empresa que desempenha um papel fundamental no ecossistema financeiro.
A C&M Software é conhecida por atuar como uma ponte essencial, facilitando a comunicação entre as instituições financeiras e o sistema de pagamentos instantâneos Pix. A violação de seus sistemas, portanto, representou uma ameaça direta à segurança das transações e à confiança no sistema financeiro digital do Brasil.
Fonte: Folhapress