O reitor da Unicamp afirmou que as violações aos direitos humanos do povo palestino tornaram-se inaceitáveis. Essa declaração marca a ruptura da universidade com um instituto de Israel.
A decisão reflete a crescente preocupação da instituição em relação ao que está acontecendo na Palestina, especialmente no que diz respeito às ações que podem ser consideradas como genocídio.
Com essa medida, a Unicamp se posiciona firmemente em defesa dos direitos humanos e da dignidade do povo palestino, deixando claro que não pode ignorar a situação.
O contexto político e social tem impactado as universidades ao redor do mundo, e a Unicamp demonstra seu compromisso com a justiça e a ética em suas escolhas.
Fonte: Agência Brasil
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