A Copa do Mundo de 2026, que deveria ser um espaço de celebração esportiva e de encontro entre os povos, tem gerado polêmicas e controvérsias que vão além do futebol. As tensões estão expostas, especialmente em razão das políticas interna e externa dos Estados Unidos, um dos países-sede do evento.
Do ponto de vista externo, a relação entre os EUA e o Irã, que também compete no torneio, trouxe grandes dificuldades para a delegação iraniana. Até mesmo a pernoite de seus integrantes em solo estadunidense foi impedida, refletindo a severidade da situação política. As questões que envolvem segurança e imigração têm se mostrado complexas e afetam diretamente a experiência dos atletas e torcedores.
Internamente, a política migratória implementada pelo então presidente Donald Trump causou uma série de problemas não apenas para as delegações, mas também para torcedores e árbitros. Apesar das tentativas da Federação Internacional de Futebol (Fifa) de negociar com as autoridades americanas a flexibilização de algumas regras, muitos relatos indicam que a entrada de atletas e fãs no país é repleta de barreiras e dificuldades.
A situação é complicada, especialmente quando se considera a questão dos ingressos, cujos preços estão entre os mais altos já registrados na história do torneio. Além disso, a organização do evento tem sido alvo de críticas devido à acessibilidade e aos altos custos envolvidos, sugerindo que a Copa de 2026 será marcada não apenas por Futebol, mas por um cenário de tensões bem mais amplas.
Fonte: agenciabrasil