O ódio nunca será maior que a coragem! O desespero da extrema direita por uma decisão democrática

A filiação de Juliana Garcia ao Partido dos Trabalhadores provocou algo que vai muito além do debate político: revelou o desespero de setores da extrema direita diante do surgimento de uma nova voz forte, jovem e popular no campo progressista potiguar.

Juliana não é apenas um nome. É símbolo de resistência. Sobreviveu a uma tentativa brutal de feminicídio que chocou o país inteiro e transformou dor em coragem. Ao lado de Samanda Alves, presidente do PT no RN, ela anuncia agora um novo capítulo: o da luta política em defesa das mulheres, da dignidade e da justiça social.

O mais grave é ver que, após o anúncio, vieram ataques covardes, comentários violentos e tentativas de silenciamento vindas justamente de grupos que dizem defender família, moral e liberdade. Quando uma mulher sobrevivente de violência passa a ocupar espaço político, incomoda. E incomoda porque representa esperança, renovação e força popular.

Nossa solidariedade a Juliana Garcia. Nenhuma mulher deve ser atacada por decidir participar da política. A democracia se fortalece quando novas lideranças surgem, especialmente aquelas que transformam a própria história em instrumento de luta coletiva.

O ódio nunca será maior que a coragem.

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