O presidente dos Estados Unidos fez associações entre o autismo e o uso de vacinas, além da ingestão de Tylenol durante a gravidez. Essa declaração gerou uma série de reações de organizações de saúde.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que as evidências que sustentam essa ligação são inconsistentes. Essa afirmação contrasta com o que foi dito pelo presidente, buscando trazer clareza sobre o tema.
Por sua vez, a União Europeia (UE) também se manifestou, apoiando a posição da OMS. A preocupação com a desinformação nessa área é significativa, especialmente quando se trata da saúde pública e vacinação.
Ambas as entidades querem reforçar que o uso de vacinas é seguro e efetivo, e que não existem provas concretas que associem vacinas ao autismo ou ao uso de Tylenol durante a gravidez.