Pesquisadores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) criaram um método inovador que emprega minerais conhecidos como zeólitas. Esta técnica é projetada para filtrar a água do mar, proporcionando uma redução de 35% nas impurezas de cálcio e magnésio logo no início do processo de produção.
Com a tecnologia já patenteada, a expectativa é que ela possibilite a produção de um sal de qualidade superior, evitando as perdas de produto que ocorrem com os métodos tradicionais de lavagem. Essa abordagem pode transformar significativamente o setor salineiro do estado.
A inovação não apenas traz benefícios para a qualidade do sal, mas também fortalece a indústria salineira potiguar. Atualmente, essa indústria é responsável por 95% da produção de sal no Brasil e gera um impacto econômico expressivo, movimentando cerca de R$ 1,5 bilhão anualmente.
Com a nova tecnologia, a Uern não só contribui para a melhoria da produção salineira, mas também demonstra seu compromisso com a pesquisa aplicada e a inovação no estado, destacando-se no contexto nacional da indústria de sal.
Fonte: mossorohoje